segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
A poem of dream
Tantos sonhos estragados
Por ruidos banais
Mas depois de acordados
Somos iguais a todos os mortais
A sonhar sinto uma pura liberdade
Consigo dizer toda a verdade
Posso amar, posso matar, não tenho medo de arriscar
Porque sei que vou acordar
Adormeço e encaixo-me noutro Mundo
Podia dizer tudo mas não ficava tudo dito
Dentro do sonho era um vagabundo
E podia tocar no infinito
Posso ser o heroi da História
Ou até o vilão
Tudo se grava na memória
Nada se perde no meu clima de ilusão
Quero ser o que quero
Sonhar acordado
Não viver em situação de desespero
E ser amado
Não quero ser imortal
Pois iria sonhar pouco e isso é frustrante
Morrer pode ser um portal
Para um sonho prolongado e constante
Enquanto piso a Terra
Vou calcando-a bem
Deixo a minha marca
E arranjo casa no Além
Como ser Humano, erro e consigo respirar
Luis Fonseca, 18/01/2010
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
domingo, 20 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
The Private Lives of Pippa Lee
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